quinta-feira, 18 de setembro de 2008
De viagem para o nunca mais
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
O homem desastre
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
O Juninho
domingo, 29 de junho de 2008
O que ele quer dizer mas não sabe como
sábado, 14 de junho de 2008
Conto de fadas masculino
Ontem (quer dizer, esta madrugada) voltando da balada. Na frente o meu pretendente da vez e atrás um amigo dele, visivelmente bêbado. Ele já havia me contado sobre como estava ajudando este amigo num momento difícil que estava passando. Parece que justo esta semana "fugiu"de casa por não agüentar mais ser maltratado pelo pai e pela madrasta, então pegou suas coisas e foi morar sozinho. Qualquer semelhança com a história da Cinderela é mera coincidência, até mesmo porque descobri que contos de fadas só acontecem nos livros e... na vida dos homens!
Sim, porque se ele fosse mulher nem teria saido de casa. Ficaria deprimido com alguma amiga (se tivesse amiga), vendo filmes água com açúcar e reclamando que o príncipe encantado nunca aparece. Cada vez que tocasse o telefone o coração iria à boca pensando "pode ser engano, mas ele pode se apaixonar pela minha voz, eu pela dele... e viveremos felizes para sempre". Precisa dizer que isso nunca acontece?
Mas com homens a história é diferente. Eis que no meio do caminho o celular dele toca. Como todo filho da puta que se preze, colocou o telefone no viva-voz e deixou que escutássemos. E lá estava a salvação da sua noite, a confirmação de que o mundo é muito injusto mesmo. Uma menina que ele tinha conhecido no bar ligou se jogando em cima dele. E quando eu falo "se jogando" não estou exagerando, a garota nem disfarçou, com uma voz melosa o convidou a ter um fim de noite mais agitado e lá fomos nós deixá-lo no posto onde combinaram o encontro.
Pasmem, eu vi a menina. Era linda e dirigia um carro que não sei qual é, mas era importado e nada barato. Ou seja, se ela fosse homem, não precisaria nem ligar para alguém daquela maneira. Com certeza ele seria considerado muito bem-sucedido e eu nem estaria contando que deu em cima de alguém descaradamente, pois isso não seria uma história curiosa.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Dentistas
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Em cima do muro - Parte II
Não consegui dormir direito aquela noite. Acho que não combinávamos mesmo porque normalmente não tenho problemas em dividir a cama. Já aconteceu isso com você de não estar a vontade ao lado de alguém? Complicado, né?
No dia seguinte me levantei antes e fui tomar banho (lógico, assim tenho uma desculpa para entrar no banheiro e só sair de lá bem maquiada de novo), quando voltei ele já estava fora da cama usando meu computador.... huuummm... nenhum comentário sobre a foto minha com o me ex no papel de parede, mas foi um memonto meio tenso. Ele me pediu para usar a ducha e lá foi.
Esqueci completamente de perguntar se queria um shampoo e quando lembrei ele já estava saindo deixando aquele cheirinho de camomila feminino no banheiro. Pedi desculpas, claro, mas ele me disse "tudo bem, eu até gostei, é para cabelos claros, como o meu". Ai, que fofo, pensei.
Quando eu estava escovando os dentes percebi que ele estava calçando um par de sapatos, mas tinha outro ao lado da cama. Ele me respondeu que não iria usar o mesmo dois dias seguidos, até mesmo o terno ele havia trazido um reserva! Na mesma hroa pensei: puxa, como esse cara combina comigo, sempre quis alguém que se preocupasse assim com a aparência. (Continua)
quarta-feira, 26 de março de 2008
Uma desgraça de cada vez, por favor
sexta-feira, 21 de março de 2008
Em cima do muro - Parte I
O contador
Mas teve uma vez que fiz uma pergunta idiota e recebi uma resposta que me tirou o sono. Já depois de ter rolado tudo (o que eu queria), estávamos relaxados na cama conversando sobre qualquer assunto banal quando pintou o tema de "manias e pequenas loucuras". Confessei minha característica mais freak: se estou sozinha tenho que dormir com pelo menos uma luz acesa, mas com máscara para que a claridade não atrapalhe meu sono (é, eu sei que sou louca).
Aí veio a idéia ridícula de perguntar "e vc F, tem alguma mania?" pensando que me contaria que tem um lado da cama preferido. Ele me respondeu tranqüilo "eu tenho a mania de contar as coisas". Como??? E aí me explicou que sempre que chega em algum lugar sai contando tudo: número de paredes, de móveis, de objetos, tudo o que encontra pela frente. E tem mais, ainda me disse que "por exemplo, quando eu olho para você tenho que contar o seu rosto: dois olhos, um nariz... e a conta tem que dar um número bom". Um número bom para ele é inteiro, como um 10, um 15, um 20... mas se não puder, tem que dar pelo menos um número par. E vale qualquer regra louca para chegar a um "número bom", como separar os elementos. "Se o nome da pessoa tem um número ímpar de letras eu não gosto, mas dá para salvar os que têm i, porque aí eu conto a letra separada do pingo"... hahaha
Sempre que o encontro, penso se não estará "contando o meu rosto", mas depois da primeira pegada esqueço tudo...